BLOG DE SUKARNO CRUZ


MUDANÇA DE ENDEREÇO DO BLOG


MUDANÇA DE ENDEREÇO DO BLOG

O Blog mudou de endereço.

O novo formato possui mais recursos, onde informamos os melhores blog's e os melhores sites, entre outras melhorias.

Novo acesso: http://sukarnocruz.blogspot.com/

Aguardo a sua visita.



Escrito por Sukarno Cruz às 09h47 AM
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Folha Online


Senado se vale de ata secreta para validar 36 atos secretos

Por meio de uma ata não publicada até ontem, o Senado validou 36 atos secretos da Mesa Diretora usados para criar cargos, diretorias e até para reajustar a verba indenizatória de R$ 12 mil para R$ 15 mil, informa reportagem de Adriano Ceolin, publicada nesta sexta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Segundo a reportagem, o assunto foi abordado em duas reuniões do colegiado realizadas há um mês, mas a decisão não havia sido tornada pública até ontem. A informação consta em apenas três linhas da ata da reunião da Mesa realizada em 20 de agosto deste ano: "Item 05: Convalidação dos atos e decisões sobre matérias de competência da Comissão Diretora, inclusive os excepcionados ao ato do presidente do Senado Federal no 294/2009, o ato do presidente no 313, de 2009 e outras matérias similares. Convalidado".

A Folha informa que a ata é assinada por José Sarney (PMDB-AP) e, na ordem seguinte, por mais quatro integrantes da Mesa Diretora do Senado: a segunda-vice-presidente Serys Slhessarenko (PT-MT), o segundo-secretário João Vicente Claudino (PTB-PI), o suplente Gerson Camata (PMDB-ES), o terceiro-secretário Mão Santa (PMDB-PI) e o primeiro-secretário Heráclito Fortes (DEM-PI).

Em junho, uma comissão de sindicância identificou 663 atos administrativos que não foram publicados. Desse total, 36 são atos da Comissão Diretora, os mais importantes porque só entram em vigor se forem assinados pela maioria dos sete integrantes da Mesa Diretora -colegiado atualmente presidido por José Sarney e integrado por seis senadores.

Outro lado

Após falar com o primeiro-secretário, a reportagem procurou o diretor-geral. Ele não quis dar explicações sobre o atraso na publicação das atas.

"Por que eu tenho de te responder? Não sou obrigado a lhe responder", disse Haroldo Tajra, que chegou ao cargo por indicação de Heráclito. 

Fonte: http://migre.me/7eps



Escrito por Sukarno Cruz às 09h43 AM
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Blog do Noblat


Hélio Costa oferece apoio a Aécio para presidente

O ex-governador Orestes Quércia, de São Paulo, soube há pouco que Hélio Costa, ministro das Comunicações, fez o que lhe dissera que faria: procurou, esta tarde, o governador Aécio Neves (PSDB), de Minas Gerais, e lhe ofereceu apoio caso Aécio concorra à sucessão de Lula.

Hélio quer ser candidato a governador de Minas pelo PMDB. Quércia, presidente do PMDB paulista, apóia a candidatura de José Serra, mas topa apoiar a de Aécio se Serra desistir de ser candidato - o que é improvável.

Por sua vez, Aécio acenou com apoio a Hélio se o PSDB de fato o escolher como candidato a presidente.

Lula conta com Hélio para ser candidato a vice de Dilma Rousseff.

Roda a ciranda.



Escrito por Sukarno Cruz às 08h53 AM
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Charge


Charfe - Zerramos

 



Escrito por Sukarno Cruz às 08h43 AM
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Folha Online


Serra critica legalização de bingos e Kassab diz que trabalhará contra projeto

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GABRIEL MESTIERI

colaboração para a Folha Online

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O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), afirmou nesta quinta-feira ser contra o projeto que libera bingos e caça-níqueis no Brasil, aprovado ontem pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara.

Durante evento de inauguração de um prédio da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) ao qual também estava presente o prefeito Gilberto Kassab (DEM), Serra afirmou que é uma "ilusão" pensar que a proibição dos bingos causou desemprego.

"As pessoas que vão lá [aos bingos] e gastam teriam gastado esse dinheiro de outra maneira. Se a pessoa deixa de jogar para comprar comida, você vai gerar [empregos] no setor de alimentação", disse. "Digo como economista que essa visão [de que os bingos geram empregos] é errada", completou.

Na opinião do governador, o bingo cria o "vício do jogo", o que muitas vezes "arruina" o apostador e o obriga a ter de buscar tratamento médico.

Já Kassab afirmou que vai trabalhar para que a lei não seja aprovada. Ele destacou que durante sua administração a Prefeitura de São Paulo foi rigorosa no combate ao jogo ilegal. "Não existe bingo aberto em São Paulo", destacou.

Por 40 votos a 7, os deputados acataram ontem a proposta do deputado Regis de Oliveira (PSC-SP) que acaba com a proibição ao funcionamento dos principais jogos de azar no país. Com a aprovação, a proposta vai para o plenário da Câmara e, depois, para o Senado.

Fonte: http://migre.me/7bMK



Escrito por Sukarno Cruz às 04h56 PM
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Folha Online


Sarney participava de dia a dia da fundação, mostra grampo

Telefonemas e e-mails interceptados pela Polícia Federal apontam que, ao contrário do que afirmou em discurso em plenário no início de agosto, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), participava de decisões administrativas da fundação que leva seu nome em São Luís (MA), informa reportagem de Andrea Michael, Hudson Corrêa e Andreza Matais, publicada nesta quinta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

A Fundação Sarney é suspeita de ter desviado dinheiro do governo do Maranhão (R$ 960 mil em 2004) e verbas de patrocínio da Petrobras (R$ 1,34 milhão de 2005 a 2008). Parte da verba, destinada à recuperação do acervo de livros e peças de museu, foi repassada a empresas que não explicam quais serviços prestaram ou que são ligadas à família Sarney.

Outro lado

Sarney voltou a afirmar, por meio de sua assessoria, que não participa da administração da fundação que leva o seu nome em São Luís. Ele disse que suas ações representam "apenas apreço" à entidade.

"Ajudar na captação de recursos e dar opiniões sobre temas de importância da fundação, que ele criou e recebeu todo seu acervo pessoal de documentos, objetos de arte e 50 mil livros, demonstram apenas o apreço do presidente José Sarney pela instituição", disse a assessoria. 

Fonte: http://migre.me/79mi



Escrito por Sukarno Cruz às 09h21 AM
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Folha de São Paulo


Via Blog do Noblat
Governadores cassados vão ao STF tentar reaver cargo

Lago (PDT-MA) e Miranda (PMDB-TO) se basearão em liminar do ministro Eros Grau

Decisão no STF suspende o andamento de processos de cassação propostos diretamente ao TSE sem passar antes pelos TREs

De Sílvia Freire e Cristiano Machado:

Os advogados dos ex-governadores Jackson Lago (PDT), do Maranhão, e Marcelo Miranda (PMDB), do Tocantins, que tiveram os mandatos cassados neste ano pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), vão tentar reverter as decisões no STF (Supremo Tribunal Federal) com base na liminar que suspendeu o andamento de processos de cassação propostos diretamente ao TSE.

Nos dois casos, os recursos contra a expedição de diploma tramitaram no TSE sem passar pela Justiça Eleitoral dos Estados. A liminar foi dada pelo ministro do STF Eros Grau, que integra também a corte do TSE.

Para Lago, a liminar dada pelo ministro neste momento é "curiosa". "[A arguição] está com o ministro desde março, antes do julgamento que me cassou o mandato. Ele não apreciou naquele momento para beneficiar a [hoje governadora] Roseana Sarney", disse.

A coligação liderada por Roseana (PMDB) na eleição de outubro de 2006, derrotada pelo pedetista, entrou com recurso contra a expedição de diploma de Lago no TSE por abuso de poder político e compra de voto. Grau, relator do recurso, foi favorável à cassação de Lago. Roseana assumiu o governo do Maranhão em maio.

O advogado do PDT no Maranhão, Daniel Leite, disse que vai apresentar um agravo regimental (espécie de recurso) no STF para que o efeito da liminar seja estendido ao processo de cassação do ex-governador.

Segundo Leite, a defesa de Lago já havia questionado a competência do TSE em julgar recursos contra a expedição de diploma dado pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Maranhão.

Na época, segundo Leite, Grau entendeu que a competência era do TSE. "Entendemos que a decisão do ministro é correta, mas extemporânea".

O ex-governador do Tocantins Marcelo Miranda (PMDB), cassado neste mês por abuso de poder político, afirmou, via assessoria de imprensa, que "a decisão de Eros Grau é o começo da definição de regras claras para o julgamento da cassação de governadores".

Fonte: http://migre.me/74Zw



Escrito por Sukarno Cruz às 09h18 AM
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Blog de Domingos Dutra


Ministro ou Vaqueiro da família Sarney?

O Deputado Federal Domingos Dutra (PT-MA) usou a tribuna do Plenário, nesta terça-feira (15/09) para criticar a ação do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Eros Graus, que concedeu uma liminar que suspende a tramitação de processos de cassação de mandatos de Governadores, Senadores e Deputados Federais no Tribunal Superior Eleitoral-TSE.

Em seu pronunciamento, o Dep. Dutra relembrou a cassação injusta do ex-governador Jackson Lago no Maranhão, onde a família Sarney fez de tudo para que Jackson Lago  fosse cassado e sua filha Roseana Sarney assumisse o poder.

“Em 2006, no segundo turno, abrimos uma pequena janela elegendo Jackson Lago como Governador do Maranhão pelo PDT. O Senador Sarney moveu céus e terras contra o Governador Jackson. Uma das ações foi no Tribunal Superior Eleitoral questionando a diplomação do Governador Jackson. J. Lago alegou que o TSE era incompetente para julgar e quem deveria avaliar era o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão - TRE-MA”.

Segundo o Deputado, na época o Ministro Eros Grau rejeitou o recurso declarando que a ação contra a diplomação do Governador era para ser julgada no Tribunal Superior Eleitoral e não no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão.

Ainda segundo o Dep. Dutra, após a cassação de Jackson Lago pelo TSE, o PT, o PSB e o PSDB ingressaram com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral para cassar o mandato da Governadora Roseana Sarney.

 “Agora, o Ministro Eros Graus declara que o TSE não tem competência e sim o TRE-MA. Na hora de cassar o Governador do Maranhão, o Tribunal Superior Eleitoral é competente para julgar a ação. Na hora de cassar a Governadora Roseana, o TSE é incompetente e quem é competente é o TRE”, declarou o deputado.

Antes de finalizar seu pronunciamento, o Deputado Domingos Dutra indignado com a ação do Ministro indagou:

- Diante de todas essas atitudes do Ministro Eros Grau, sinto-me no direito de perguntar nesta tribuna se V.Exa. é Ministro do Supremo Tribunal Federal ou vaqueiro da família Sarney, pois é um escândalo que uma hora o Ministro diga que o Tribunal Superior Eleitoral é competente para julgar e cassar um governador para beneficiar a Governadora Roseana e, logo no dia seguinte, diz que o Tribunal Superior Eleitoral é incompetente e quem é competente é o TRE do Maranhão para suspender as ações contra a mesma Governadora beneficiada.

Ascom Deputado Domingos Dutra

Ricardo Borges 8179/DF

Fonte: http://migre.me/74Ur



Escrito por Sukarno Cruz às 09h00 AM
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Blog da Lucia Hippolito


Cassação de Governadores

Freada de arrumação

Ao conceder uma liminar suspendendo 77 processos de pedidos de cassação de governadores e prefeitos, o ministro Eros Grau, do STF, interrompeu a marcha de uma fila que estava andando, já tendo sido julgados vários governadores.

Já foram cassados Cassio Cunha Lima (PB), Jackson Lago (MA) e Marcelo Miranda (TO). Mantiveram seus mandatos os governadores Luiz Henrique (SC) e Waldez Góes (AP).

Respondendo a uma ação proposta por cinco partidos -- PDT, PRTB, PMDB, PR e PPS --, o ministro Eros Grau entendeu que os processos iniciados diretamente no TSE eram inconstitucionais e deveriam retornar à Justiça Eleitoral dos estados.

E o argumento dos partidos políticos é simples.

Quem faz o registro da candidatura do candidato a governador é o Tribunal Regional Eleitoral. Quem diploma o governador eleito é o Tribunal Regional Eleitoral.

Portanto, qualquer ação que tenha como objetivo cassar o mandato do govenador deve ser iniciada no Tribunal Regional Eleitoral.

Se o TRE entender que há razões para cassação, sempre existe o recurso ao TSE. Aí sim, o TSE entraria no caso.

Assim aconteceu com o então governador Cassio Cunha Lima. Cassado duas vezes pelo TRE da Paraíba, ele recorreu ao TSE, que confirmou a cassação.

Já o então governador Jackson Lago, do Maranhão, teve seu mandato cassado através de uma ação que deu entrada diretamente no TSE. Assim sendo, seu mandato deveria ser devolvido e a atual governadora, Roseana Sarney, deveria deixar o cargo.

Roseana, derrotada por Lago em 2006, entrou com ação no TSE e ganhou.

Mas existem também contra Roseana Sarney três ações correndo no TSE, visando à cassação de seu mandato. Estes também foram suspensos.

A decisão de Eros Grau causou grande perplexidade entre os ministros do TSE. Sobretudo porque, quando foi ministro do TSE o mesmo Eros Grau emitiu um voto afirmando que, sim, o TSE tinha todo o direito de julgar um processo que não tivesse passado pelas instâncias inferiores da Justiça Eleitoral.

A decisão do ministro foi em caráter liminar, e o plenário do STF ainda tem que decidir sobre o mérito.

Mas a confusão está formada.

Embora faça todo o sentido a argumentação dos partidos que obtiveram a liminar, não é costume do Supremo Tribunal Federal reformar decisões da Justiça Eleitoral. Muito ao contrário.

O Presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Brito, que também é ministro do STF, espera que o plenário do Supremo seja convocado rapidamente para decidir essa questão, porque ainda há governadores no "corredor da morte" -- Marcelo Déda (SE), Ivo Cassol (RO), Anchieta Júnior (RR) e Roseana Sarney.

E outros, cujos processos já foram julgados, podem ter que voltar para a fila. Caso do já citado Jackson Lago.

E estamos a praticamente um ano das eleições para governador em 2010.

Fonte: http://migre.me/733m



Escrito por Sukarno Cruz às 06h07 PM
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Valor Econômico


Grandes obras do PAC vão ficar para sucessor de Lula

Com os cronogramas atrasados e o orçamento estourado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não contará mais com algumas das principais "joias" do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) como palanque para as eleições do próximo ano. Em todas as regiões do país, o governo enfrentou obstáculos inesperados nos grandes projetos de infraestrutura e acabará deixando sua inauguração para o sucessor de Lula.

Ficaram para o pós-Lula obras que foram lançadas com pompa, com entrega planejada para o fim de 2010, como a pavimentação da BR-163 (Cuiabá-Santarém) e a duplicação de trechos da BR-101. As quatro principais obras no setor ferroviário - a construção da Nova Transnordestina, a chegada da Norte-Sul a Palmas (TO), o prolongamento da Ferronorte e a implantação do Ferroanel paulista - estão emperradas. O andamento das obras fugiu do cronograma e boa parte delas deve frustrar os planos do presidente, que antes sonhava em inaugurá-las ao longo de 2010.



Escrito por Sukarno Cruz às 11h06 AM
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O Globo


STF suspende cassações de governadores no TSE

Decisão vale para processos em andamento, mas abre espaço para casos já julgados

Liminar concedida pelo ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu pelo menos 77 processos em tramitação no Tribunal Superior Eleitoral que pedem a cassação de governadores, senadores e deputados federais. A decisão vale apenas para os processos iniciados diretamente no TSE, sem passagem pelos tribunais regionais eleitorais. Entre os processos suspensos - muitos envolvendo políticos que disputarão eleições no ano que vem - estão três contra a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, e um contra o governador de Sergipe, Marcelo Déda. A liminar resulta de uma ação movida por cinco partidos: PDT, PMDB, PRTB, PPS e PR. Se o plenário do STF confirmar a liminar, governadores já cassados pelo TSE, como Jackson Lago, do Maranhão, e Marcelo Miranda, de Tocantins, poderão contestar o resultado do julgamento anterior. O presidente do TSE, Ayres Britto, disse não estar preocupado com um possível atraso nos processos, por acreditar que o caso será levado ao plenário do STF nos próximos dias.



Escrito por Sukarno Cruz às 11h02 AM
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Blog do Noblat


Deu em O Globo

Mordomo de Roseana ganha função comissionada

Funcionário do Senado, ele terá extra de R$1,3 mil

Amaury de Jesus Machado, mais conhecido na família Sarney pelo apelido de Secreta e pelos serviços de mordomo prestados na casa que a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, mantém em Brasília, ganhou uma função comissionada na Diretoria Geral do Senado.

Segundo o Boletim Administrativo publicado ontem, a nomeação é retroativa a 3 de setembro, quando oficialmente Secreta teria deixado o cargo comissionado de assistente técnico do gabinete do senador Mauro Fecury (PMDB-MA), suplente de Roseana.

O valor de sua gratificação, porém, não foi alterado, o que lhe garante um extra mensal de R$ 1.320,96. Seus ganhos totais girariam atualmente na faixa dos R$ 12 mil.

Funcionário efetivo do Senado, Secreta foi designado em fevereiro de 2003, quando Roseana tomou posse como senadora, para cargo de confiança em seu gabinete. Mesmo sem dar expediente na Casa, foi mantido na função por Fecury, depois que a titular assumiu o governo do Maranhão.

Em junho, após a revelação de que o mordomo da governadora é funcionário do Senado, o presidente José Sarney (PMDB-AP) chegou a atestar que o servidor exercia a função de motorista na instituição.

Os poucos registros oficiais que o Senado disponibiliza na intranet (rede interna) sobre Amaury de Jesus Machado indicam que o servidor estava lotado até 1997 na área de Polícia, Segurança e Transporte, embora sua função fosse de técnico legislativo.



Escrito por Sukarno Cruz às 08h09 AM
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Blog do Noblat


Reforma eleitoral

Sarney deve aceitar nova eleição em caso de cassação

Por Severino Motta

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) recuou e deve aceitar a emenda do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) ao projeto de reforma política. A emenda prevê a realização de novas eleições no caso da cassação de mandato de governadores ou do presidente da República.

A proposta original ainda deve ser ampliada. A ideia era que, se a cassação ocorresse nos dois primeiros anos do mandato, uma nova eleição seria convocada. Nos dois últimos o Legislativo indicaria um representante através da votação dos deputados.

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), disse ao Blog que “a tendência é um acordo para nova eleição em qualquer situação de cassação”.

A emenda de Tasso tenta evitar que segundos colocados nas urnas assumam vagas no Executivo. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vem agindo desta maneira nos casos de cassação.

Se já vigorasse a regra, a filha de Sarney, Roseana, seria prejudicada. Ela perdeu a eleição no Maranhão para Jackson Lago. Ingressou na justiça e, mesmo tendo sido a segunda colocada, levou o mandato.

Na quarta-feira passada foi justamente a discussão dessa emenda que impediu a conclusão da votação da reforma. Sarney foi contra e manobrou para suspender a sessão.

Adversários políticos disseram que o presidente temia pelo mandato de sua filha no Maranhão. O PSB tem uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF). Tenta impedir que segundos colocados assumam o mandato no caso de cassação do vencedor.

A emenda poderia ser um fato novo e levar o STF e rever a posição do TSE nos casos que deu o mandato aos segundos colocados.

Aliados de Sarney, por outro lado, dizem que tal situação sequer passou pela cabeça dele. Alegam que a lei não pode retroagir e que , por isso não haveria conexão com Roseana.

Sarney deve ter se convencido disto.

Fonte: http://migre.me/6YGE



Escrito por Sukarno Cruz às 06h29 PM
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Blog do Noblat


Comentário de Ricardo Noblat

O trapalhão 

Lula e Dilma têm muitas coisas em comum, mas falta uma capaz de fazer toda a diferença: nada pega em Lula. Tudo pega em Dilma.

Mensalão? Lula jura que não sabia. Compra de dossiê contra adversários nas eleições de 2006? Ignorava.

Lina Vieira, ex-secretária da Receita Federal, diz mas não prova que se reuniu com Dilma no Palácio do Planalto. E que ouviu dela o pedido para que agilizasse as investigações em torno de negócios suspeitos de Fernando Sarney, filho do senador José Sarney.

Dilma nega tudo.

Pois bem: as pessoas preferem acreditar em Lina. Foi o que mostrou a mais recente pesquisa de opinião pública aplicada pelo Instituto Sensus.

Dilma angariou justa fama de autoritária. Lula é um autoritário sem fama.

Dilma trata mal até ministros de Estado. Lula está cansado de fazer o mesmo, mas ninguém perto dele sai espalhando.

Dilma detesta ser contrariada. Lula é capaz de pular no pescoço de quem o contrarie.

De cara feia, Lula assusta os que o cercam tanto quanto Dilma assusta os seus. Mas a antipática é ela. Lula é um doce.

Imagine só se coubesse a Dilma decidir se os projetos do Pré-sal deveriam ou não ser votados em regime de urgência no Congresso. E que ela decidisse que deveriam, sim. E depois recuasse. E em seguida mantivesse a urgência. Para finalmente revogá-la.

Do que a chamariam? De política hábil, conciliadora, esperta, realista como Lula? Ou de fraca, confusa, indecisa e permeável a todo tipo de pressão?

E se Dilma na presidência tivesse tomado algumas doses a mais de caipirinha e, ao lado do presidente da França, anunciasse o desfecho de uma concorrência bilionária que ainda não esgotou seus trâmites?

O mundo desabaria na cabeça dela. A Aeronáutica entraria de prontidão (claro que exagero). E o ministro da Defesa teria a desculpa que procura para deixar o governo e apoiar a candidatura de José Serra (PSDB) à eleição presidencial de 2010.

Lula é um trapalhão. Por despreparo, presunção ou falta de cuidado, fabrica trapalhadas desnecessárias.

É dele, sem dúvida, a decisão final sobre a compra de aviões militares. Lula não está obrigado a levar em conta apenas aspectos técnicos das propostas. De fato são relevantes razões de ordem estratégica.

Mas ele precisava se precipitar?

Por pouco não enfrentou uma crise com a demissão do Comandante da Aeronáutica.

Para ficarmos só na área militar: em 2007, quando os controladores de vôo entraram em greve, Lula mandou o ministro do Planejamento negociar com eles – e o Comandante da Aeronáutica ameaçou ir embora.

Aí Lula desautorizou o que o ministro do Planejamento prometera aos contraladores em troca do fim da greve.

Três anos antes, afrontado pelo Comandante do Exército que emitira uma nota de elogio ao golpe militar de 1964, o ministro da Defesa José Viegas tentou demiti-lo. Lula não deixou.

Sentindo-se enfraquecido,  Viegas foi embora.



Escrito por Sukarno Cruz às 01h31 PM
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Blog de Robert Lobato


VIVENDO E LUTANDO CONTRA SARNEY

Por: Robert Lobato
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Talvez num dos artigos mais duros escrito sobre o oligarca José Sarney, o ex-deputado Aderson Lago expressa toda a sua indignação contra as investidas do senador amapaense contra a sua pessoa (LEIA AQUI).

Num trecho do artigo, Aderson Lago, acertadamente, afirma que antes de querer acusar os seus adversários, Sarney deve explicar:

-como os umbrais do cemitério de Alcântara vieram adornar a entrada de sua mansão no Calhau
-como e onde conseguiu montar sua grande coleção de imagens sacras dos séculos  XVII e XVIII
-como adquiriu o antigo “Jornal do Dia” (hoje “O Estado do Maranhão”)  quando exercia o cargo de Governador do Estado
-como conseguiu construir sua mansão do Calhau, sem despertar suspeitas, com a mesma empreiteira que construía na ocasião o Hospital do IPEM
-como comprou a Fazenda Maguari e “grilou” uma área contígua que triplicou a propriedade
-como sacou 2 milhões de reais do Banco de Santos,usando informação privilegiada na véspera de sua intervenção
-como fazia os famosos sorteios dirigidos de “relatores” quando foi Diretor de Secretaria do Tribunal de Justiça
-como montou o seu império de comunicação (rádios e televisões), se o custo dos equipamentos é proibitivo para quem sempre viveu de salários como ele
-qual o critério usado para fazer jus às concessões dessas radios e televisões se os beneficiários eram  ele ( então  Presidente da República ) e  sua família
-por fim, e apenas para não nos alongarmos, como se tornou a maior fortuna do Maranhão sem herdar, sem ter sido empresário, sem acertar na mega-sena acumulada, ou mesmo no jogo do bicho.

Só para efeito de contribuição com o ex-deputado: o povo maranhense, Aderson, também espera pelos devidos esclarecimentos do “imortal’ José Sarney sobre os pontos levantados no seu artigo. Parabéns.



Escrito por Sukarno Cruz às 12h14 PM
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Folha Online


Serra veta Kassab e decide que Alckmin é o candidato em SP

da Folha Online

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), vetou a articulação do prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM), para tentar se candidatar ao Palácio dos Bandeirantes e fechou com o ex-governador Geraldo Alckmin que ele será o próximo candidato do PSDB ao governo paulista, informa reportagem de Kennedy Alencar, publicada nesta segunda-feira pela Folha.

Segundo a reportagem, Serra interveio na sua própria sucessão porque avaliou que estava se desenhando um cenário de guerra que poderia prejudicar sua aspiração presidencial. O primeiro movimento foi dizer a Kassab, seu aliado político, que ele deveria permanecer na prefeitura, sob pena de criar um problema na aliança PSDB-DEM e ficar mal perante o eleitorado paulistano, que o reelegeu no ano passado.

Kassab desejava ser candidato a governador, pois a capacidade de investimento da prefeitura é muito pequena se comparada à do Estado de São Paulo. Ele avalia que terá dificuldade para cumprir promessas e que deverá realizar uma administração mediana, o que impediria voos mais altos na política após deixar a prefeitura.

A Folha informa que, vetado por Serra, Kassab passou a alimentar a possibilidade de apoiar outro tucano para o governo, o secretário da Casa Civil de São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira. Kassab, que derrotou Alckmin na campanha municipal de 2008, não deseja ver o antigo desafeto no governo com caixa para gastar. O governador, então, nomeou Alckmin como seu secretário.



Escrito por Sukarno Cruz às 10h08 AM
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Cláudio Humberto


Senado se recusa a afastar senador cassado

O ministro Ricardo Lewandowsky, do Supremo Tribunal Federal, há um ano não julga um mandado de segurança (para dar celeridade ao processo) contra a mesa diretora do Senado, que desobedece uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral para afastar o senador Expedito Junior (PR-RO), cassado por abuso de poder econômico, e dar posse imediata ao segundo mais votado, Acir Gurgacz (PDT).

Fora de pauta

O mandado de segurança 27613, para afastar Expedido Junior, estava na pauta de quinta (10) para ser julgado no STF. Estava. Escafedeu-se.

Manobra

Candidato ao governo de Rondônia, bem nas pesquisas, Expedito Junior manobra para ficar sob os holofotes do cargo até janeiro.



Escrito por Sukarno Cruz às 11h34 AM
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O Estado de São Paulo


Serra e Aécio fazem acordo para evitar prévias

Governador mineiro, principal defensor da disputa interna, aceita alternativas para definir candidato em 2010

De Christiane Samarco e Rui Nogueira:

Não haverá eleições prévias no PSDB para escolher o candidato tucano que vai disputar a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no ano que vem.

O acordo tático entre os governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas, Aécio Neves, os dois nomes mais fortes do PSDB, está estabelecido numa frase: "Nada de disputa entre nós."

No pacto entre os dois governadores não há uma definição de candidato para a cabeça de chapa tucana, embora a maioria do partido adote a candidatura Serra como a mais provável.

O que define, porém, as prévias como desnecessárias é o acerto de que um terá o apoio do outro para a definição do candidato titular.

Na quarta-feira, em entrevista concedida em Belo Horizonte, Aécio não só admitiu de público a hipótese de se adotar outro "instrumento de escolha", que não as prévias, como chegou a sugerir um "conjunto de análises que inclua pesquisas eleitorais", desde que se levem em conta aspectos como o baixo nível de rejeição, a capacidade de aglutinação e o potencial de crescimento, que ele considera seus pontos fortes.

As referências de Aécio à hipótese de não haver prévias e aos seus trunfos eleitorais foram lidos como sinal de manutenção da pré-candidatura - o que é visto com naturalidade dentro do PSDB.

O governador mineiro vai mesmo tirar licença do comando do Estado por pelo menos 15 dias, para fazer um tour nacional em pré-campanha, começando pelo Nordeste.

Ele entende que o período de outubro a novembro será decisivo para firmar seu nome como alternativa tucana à sucessão de Lula.



Escrito por Sukarno Cruz às 10h01 AM
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Parceiros


Dica de Blog:

Visão Panorâmica:

 

Acesso: http://visaopanoramica.wordpress.com/

RSS Visão Panorâmica



Escrito por Sukarno Cruz às 08h11 AM
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Artigo


O Sarney de ontem, de hoje, de sempre

 Por Luiz Cláudio Cunha

Parecia, enfim, ter chegado o dia para elogiar José Sarney. Depois de tantas denúncias, escândalos, polêmicas e explicações desencontradas, o presidente do Senado Federal produziu, no espaço de 24 horas, dois movimentos surpreendentes e animadores.

Na quarta-feira, 9 de setembro, quando o plenário discutia a regulamentação para as próximas eleições, Sarney atacou a emenda do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que previa eleição indireta para presidente, governador ou prefeito no caso do eleito e seu vice serem cassados pela Justiça Eleitoral após dois anos de mandato.

Veemente, Sarney foi à tribuna protestar, dizendo que os senadores estariam implantando a eleição indireta via projeto de lei, atropelando uma prerrogativa exclusiva da Constituição. “E tudo isso depois que multidões foram às ruas pedindo diretas”, lembrou Sarney, irônico.

Na quinta-feira, 10, ainda mais ousado, Sarney defendeu a liberação total da Internet, que segundo ele não deve sofrer qualquer restrição jornalística da lei em função do calendário eleitoral. “A Internet é uma tecnologia que veio para ficar e é impossível estabelecer qualquer controle”, alertou.

Duas declarações de Sarney que poderiam levar qualquer democrata às lágrimas, pela profissão de fé na vontade popular e na liberdade de expressão.

Mas, é prudente conferir antes a taxa de veracidade e o índice de correção histórica para uma justa avaliação. E, submetido a esse filtro, descobre-se que José Sarney, mais uma vez, contou a versão que lhe interessa. O passado, aqui, desmente outra vez o presente.

O defensor atual das eleições diretas trabalhou em tempos idos contra o voto do povo. É bom lembrar o que Sarney espertamente agora esquece: em abril de 1984 ele era o presidente do PDS, sucessor da ARENA, o partido da ditadura que cercou o Congresso com tanques e soldados para derrotar, no grito e na marra, a emenda Dante de Oliveira que restabelecia o voto direto para presidente.

Sarney cerrava fileiras com as tropas e o chicote do general Nini que, sob o comando do presidente Figueiredo, colocaram Brasília sob Estado de Emergência para acuar o Congresso e os parlamentares.

Apesar de toda a intimidação, 298 votos contra 65 votaram de acordo com o clamor das ruas. Faltaram 22 votos para atingir o quorum de 2/3 – e 112 deputados, boa parte deles liderados por Sarney, simplesmente não compareceram ao Congresso naquele dramático, tenso 25 de abril.

Desde março de 1983 até a semana anterior à votação no Congresso, o Brasil tomou praças e ruas pedindo diretas-já, no maior movimento de massas da história política do país.

Os últimos quatro comícios, em abril de 1984, somaram três milhões de pessoas em Goiânia, Porto Alegre, Rio e São Paulo, que sozinho reuniu 1,5 milhão de pessoas na Praça da Sé.

Sarney, hoje um corajoso defensor das diretas, não foi visto em nenhum dos 40 comícios que animaram e orgulharam o país.

A coragem voltou a roçar os bigodes de Sarney apenas 47 dias depois da derrota da emenda das diretas, quando ele descobriu que teria que engolir o candidato do Planalto, Paulo Maluf.

Sarney botou um revólver calibre 38 na cintura e com ele foi à sede do PDS no Edifício Sofia, no Setor Comercial Sul de Brasília, para sua última reunião na Executiva do partido.

Ao final da reunião nervosa daquela manhã de 11 de junho de 1984, Sarney anunciou sua renúncia à presidência do PDS. Junto com Marco Maciel e Aureliano Chaves, ele abriu a dissidência governista formada com a Frente Liberal e que, numa aliança tática com a oposição, voltou ao poder na vitória indireta de Tancredo Neves, que resultou na trágica, irônica posse de José Sarney.

O presidente do partido dos militares - que abafou a vontade popular por eleições diretas - subiu a rampa do Planalto como primeiro presidente civil depois de 21 anos de generais-presidentes da mais longa ditadura da história brasileira.

O mesmo José Sarney que defende a liberação total da Internet é o presidente do Congresso envolvido com o mais grave caso de censura prévia do país: a proibição judicial que impede o jornal O Estado de S.Paulo de publicar qualquer notícia de uma investigação da Polícia Federal que envolve gravemente uma pessoa muita próxima a Sarney – seu filho, Fernando.

Ontem, completaram-se 41 dias deste melancólico período de censura, que impede qualquer notícia que afete o filho de Sarney e suas nebulosas ligações políticas sob investigação policial.

O presidente do Senado diz que é impossível estabelecer qualquer controle sobre a Internet, mas o site eletrônico do jornal paulista, como sua versão impressa, não conseguiu até agora superar esta vergonhosa restrição sobre a liberdade de expressão tão ardorosamente defendida pelo neodemocrata José Sarney.

O Sarney de hoje, das diretas e da liberdade, é o mesmo Sarney de ontem, das indiretas e da censura.

A história ensina que a incoerência e a hipocrisia, juntas, não valem um único fio de bigode.

Luiz Cláudio Cunha é jornalista.



Escrito por Sukarno Cruz às 08h39 PM
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Charge


Charge - Néo

 



Escrito por Sukarno Cruz às 08h36 PM
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Blog do Noblat


Comentário de Ricardo Noblat
O terceiro mandato de Lula, segundo Mantega

Original a concepção de democracia do ministro Guido Mantega, da Fazenda.

Cabem eleições periódicas dentro dela - e não poderia ser diferente. Mas não cabe mudar em nada o que Lula tenha feito. Nada.

O que ele disse em entrevista à BBC Brasil:

- O destino do Brasil já está traçado, mesmo que haja mudança na administração, que não seja um candidato petista que ganhe a eleição, mas de outro partido. As principais diretrizes são conquistas do povo brasileiro.

Mantega adverte em tempo:

- Se mudar, vai apanhar. Se alguém assumir e começar a mudar isso, não vai se aguentar no governo.

Imagina-se que o próximo presidente será eleito pela maioria dos brasileiros - como Lula foi. E que terá um mandato legitimado,  portanto, para fazer o que prometeu e discutiu durante a campanha eleitoral.

Nem por isso, a se levar em conta a cartilha Mantega, ele poderá discrepar do atual governo:

- Mesmo com as eleições, o curso das políticas já está dado. Acho temerário que algum novo governante venha a mudar uma série de diretrizes que estão dando certo. Eu duvido que desative o Bolsa Família, os programas sociais. A população não vai deixar. Duvido que diminua investimentos públicos, que bancos públicos diminuam sua atuação, que a Petrobras deixe de ser a principal agente do pré-sal.

É razoável deduzir que o ministro considera perfeita a obra política e administrativa de Lula. Que não consiga enxergar sequer pequenos defeitos a serem corrigidos.

Para Mantega, alternância no poder é tolerável. Afinal é o que manda a lei. Mas alternância para conservar tudo como está.

Na verdade, o que Mantega quer  é o terceiro mandato consecutivo para Lula - infelizmente sem Lula. E ai do futuro presidente que ouse fazer algo diferente. Correrá o risco de ser derrubado pelo povo insatisfeito.

É presunção demais, arrogância em excesso - mas nada que surpreenda.



Escrito por Sukarno Cruz às 05h06 PM
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Blog do Noblat


Serra avalia seu bom desempenho em pesquisa

De Flávio Freire, em O Globo:

O governador de São Paulo, José Serra, pré-candidato à Presidência pelo PSDB, disse que seu desempenho na pesquisa CNT/Sensus, na qual lidera a corrida sucessória em todos os cenários, é resultado de uma avaliação positiva sobre a sua performance na vida pública.

Sem resistir ao assunto - ao contrário das vezes em que chegou a encerrar entrevistas quando jornalistas falavam sobre eleição -, Serra chegou a fazer uma auto-avaliação a respeito de sua imagem, alegando que tem boa penetração em todas as regiões do Brasil. Ao mesmo tempo, o tucano frisou que seu nome aparece na corrida contra sua vontade:

- Eles (os pesquisadores) é que colocam meu nome, mas volto a repetir que meu trabalho fundamental é no governo de São Paulo. Não estou voltado para a campanha eleitoral, não é hora para isso. Agora, o pessoal faz pesquisa, põe nomes e o meu nome aparece na frente. Fico satisfeito. Não porque isso faça parte da campanha, mas porque é uma avaliação positiva no Brasil inteiro do meu desempenho na vida pública - disse ele, durante evento que divulgava números sobre a aplicação da lei antifumo em São Paulo.

- Essa avaliação positiva existe em todas as regiões do Brasil. Para mim, é muito gratificante, sinceramente - completou. 


Aécio admite escolha de candidato do PSDB sem prévias

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), admitiu nesta quarta-feira a possibilidade de escolha do candidato tucano à Presidência da República em 2010 por meio de análise de pesquisas com o eleitorado em vez de prévias dentro do partido.

- Nós vamos até o fim do ano definir qual o instrumento utilizaremos para essa definição. Se as prévias, que ainda me parece o mais apropriado, ou um conjunto de análises que inclua também as pesquisas eleitorais, mas leve em consideração outros aspectos como o baixo nível de rejeição, a capacidade de aglutinação, o potencial de crescimento - afirmou.

- Isso você faz cientificamente, através de pesquisas não apenas quantitativas mas também qualitativas e observando o cenário político - acrescentou.

Maior defensor da definição por meio de consulta aos afiliados, o mineiro aparece com 16,8% das intenções de voto em pesquisa para a corrida eleitoral feita pela CNT/Sensus , contra 39,5% do governador de São Paulo, José Serra, com quem disputa a indicação do PSDB para o pleito. 

Entretanto, 29,1% dos entrevistados disseram que não votariam em Serra, contra 26,3% de eleitores avessos a Aécio, que teve o menor índice de rejeição do levantamento.



Escrito por Sukarno Cruz às 09h25 PM
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Charge


Charge - Amarildo

 



Escrito por Sukarno Cruz às 01h27 PM
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Pesquisa CNT/Sensus


Do Blog de Lucia Hippolito

A última pesquisa CNT/Sensus aponta ligeiríssima queda na popularidade do presidente Lula (81,5% em junho e 76,8% em setembro) e na avaliação positiva de seu governo (69,8% em junho e 65,4% em setembro).

Nada que faça o presidente Lula perder um minuto sequer de sono.

A queda é natural e esperada. Afinal, o presidente vem tomando algumas atitudes bastante arriscadas, como estender o manto protetor de sua popularidade sobre figuras e atos muito controvertidos, como a defesa intransigente do presidente do Senado, José Sarney.

Ou mesmo a defesa da ministra Dilma no caso do encontro que houve-não-houve com a ex-secretária da Receita Federal.

O presidente pode muito mas não pode tudo. A pesquisa apontou que, entre os que acompanharam o assunto, a maioria (35,9%) acredita que Lina Vieira estava falando a verdade, enquanto 23,6% acreditam na ministra Dilma.

E é justamente a situação da ministra Dilma que inspira cuidados, segundo a pesquisa.

Em todas as simulações para a eleição presidencial do ano que vem, Dilma não passa dos 20%. Os especialistas em pesquisas afirmam que Lula consegue transferir 20% de intenções de voto para qualquer candidato.

Como a ministra não sai dos 20%, é legítimo concluir que ela não ainda não tem voto próprio.

Para piorar ainda mais as coisas, Dilma obteve altíssimo índice de rejeição na pesquisa: 38%. Perigosamente perto do teto de 40% de rejeição, índice a partir do qual nenhum candidato se elege.

Assim, Dilma Rousseff combina, por enquanto, o pior dos dois mundos: baixo índice de intenção de voto com alto índice de rejeição.

Do outro lado do espectro da pesquisa, o governador José Serra segue na liderança de todas as simulações, com intenções de voto perto de 40%.

Quanto à rejeição, a de Serra é das mais baixas (28%), acima apenas da rejeição ao governador Aécio Neves (26%).

Assim, ao contrário de Dilma Rousseff, José Serra combina, por enquanto, o melhor dos dois mundos: alto índice de intenção de voto com baixo índice de rejeição.

Agora, é acompanhar as próximas pesquisas, comparar com as anteriores, para ver se é possível extrair uma tendência, a praticamente um ano da eleição.

Sabendo-se que ninguém ganha ou perde eleição de véspera.



Escrito por Sukarno Cruz às 09h02 PM
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Blog do Noblat


Comentário de Ricardo Noblat 

O governador José Serra (PSDB), de São Paulo, tem dois motivos para celebrar os resultados da mais recente pesquisa de intenção de voto para presidente da República aplicada pelo Instituto Sensus por encomenda da Confederação Nacional do Transporte:

* o líder é ele, com quase 40%. Nem cresceu nem caiu;

* Dilma Rousseff, candidata de Lula, perdeu quase quatro pontos percentuais na simulação de segundo turno contra Serra.

Se quiser, Serra poderá celebrar também a queda da aprovação de Lula e do governo - mas ela não foi expressiva.

Se a eleição presidencial tivesse ocorrido entre 31 de agosto e o último dia 4, Serra venceria direto no primeiro turno em todos os cenários testados.

Contra Dilma, Heloísa Helena (PSOL) e Marina Silva (PV). Contra as últimas duas e Antonio Palocci (PT). Contra as últimas duas e Ciro Gomes (PSB). Ou apenas contra Dilma e Marina.

Dilma não se elege direto no primeiro turno em nenhum dos cenários. Enfrenta Aécio Neves (PSDB) no segundo quando concorre no primeiro contra ele, Heloísa e Marina.

Aécio também não se elege direto no primeiro turno em nenhum dos cenários quando substitui Serra.

Vai para o segundo turno depois de empatar com Heloísa no primeiro e de derrotar Marina e Palocci. Ou vai para o segundo turno com Heloísa depois de derrotar Ciro e Marina.

Na simulação de segundo turno, Serra esmaga qualquer adversário: 50% a 25% (Dilma), 51,5% a 17% (Ciro) e 55% a 11,5% (Palocci).

Dilma vence Aécio no segundo turno (36% a 26%). Ciro também vence Aécio (30% a 24%). Aécio vence com folga Palocci (31% a 17%).

O Instituto Sensus tentou estabelecer o que chama de limite de votos de cada aspirante a candidato.

Único candidato no qual o entrevistado diz que votaria: Serra (20%), Dilma (11%), Aécio (7%), Heloísda (5%) e Ciro (5%).

Candidato no qual o entrevistado diz que poderia votar: Serra (40%), Dilma (28%), Aécio (29%), Heloísa (28%) e Ciro (35%).

Candidato no qual o entrevistado disse que não votaria: Serra (28%), Dilma (38%), Aécio (26%), Heloísa (43%), Ciro (40%), Marina (39%) e Palocci (46%).

Nenhum candidato se elege quando sua taxa de rejeição bate em 40%, segundo o cientista pólíco Ricardo Guedes, presidente do Sensus. Ou consegue baixar a rejeição ou não se elege.

O Sensus estima em 20% a capacidade de Lula de transferir votos. Por ora, é o índice de intenção de votos que Dilma tem. Isso quer dizer que ela ainda não conseguiu sozinha atrair votos.



Escrito por Sukarno Cruz às 05h39 PM
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Blog de Reinaldo Azevedo


O vexame do PAC de Lula e Dilma em São Paulo

Por José Alberto Bombig e Fernando Barros de Mello, na Folha. O título acima é de Reinaldo Azevedo:

Motivo de troca de farpas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) teve apenas 6% de suas ações no Estado concluídas até abril deste ano -um resultado pouco expressivo para as pretensões eleitorais do Palácio do Planalto.
Na partilha de eventuais resultados em 2010, a União, pelo menos por enquanto, também está em desvantagem. Dos R$ 8 bilhões em obras que unem Serra e a “mãe do PAC”, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), no Estado, o tucano responde por R$ 4,4 bilhões, contra apenas R$ 1,9 bilhão da União.
É o que mostra levantamento feito pela Folha com dados fornecidos pelos dois entes federativos. Considerando o total do programa em São Paulo -1.063 ações-, só 59 foram efetivamente entregues.
As áreas nas quais há menos avanços são saneamento e habitação, além de projetos para modernizar o porto de Santos.
No principal Estado da Federação, o ritmo do PAC está abaixo até de sua média nacional de entregas de obras, que é de 7%, conforme levantamento da ONG Contas Abertas.
Isso significa que, se quiser cumprir o prometido em 2007, quando Lula lançou o programa em São Paulo ao lado de Serra no Palácio dos Bandeirantes, o PAC terá de finalizar 94% de suas ações “paulistas” em 20 meses (a contar de abril, data do mais recente balanço divulgado pela Casa Civil).
Ainda segundo o estudo, 37% das ações do PAC em São Paulo permanecem em fase “preparatória” (estudo ou licenciamento), 31% estão em andamento, 15% em fase de licitação e 11% na etapa de contratação.
A previsão total de gastos do PAC até 2010, anunciada pelo Palácio do Planalto, é de R$ 101,5 bilhões no Estado (incluindo dinheiro federal, estadual, municipal e de financiamentos de outros órgãos).

Bola dividida

Nos três principais eixos do chamado “PAC paulista” (em que há contrapartida direta do Estado), apenas 25% do investimento prometido pela União foi executado até agora, contra 63,3% da fatia assumida pelo Palácio dos Bandeirantes.
Juntos, os dois entes federativos planejam gastar nesses eixos, até o ano que vem, R$ 6,3 bilhões, sendo R$ 4,4 bilhões da gestão Serra (70%) e R$ 1,9 bilhão de recursos federais (30%). Não são levados em conta os financiamentos contratados pelo Estado de São Paulo -R$ 1,7 bilhão (leia texto nesta página).
O grande volume de recursos envolvidos já é alvo de disputa entre a ministra, pré-candidata de Lula a presidente, e Serra, líder nas pesquisas de intenção de votos para o Planalto.
No mês passado, por exemplo, programas de TV do PT e do governo do Estado mostraram suas “realizações” no PAC.



Escrito por Sukarno Cruz às 03h49 PM
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Charge




Escrito por Sukarno Cruz às 03h22 PM
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Eleições 2010


Serra lidera disputa à Presidência e abre vantagem sobre Dilma, diz pesquisa

GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), abriu vantagem em relação à ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na disputa pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira. Serra aparece na frente da petista e dos demais candidatos em todos os cenários da pesquisa --tanto na espontânea (em que não há lista de candidatos apresentada aos entrevistados) quanto na estimulada.

Serra perderia apenas para o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não pode disputar a reeleição. O tucano é o primeiro lembrado depois de Lula na pesquisa espontânea, com 7,7% das intenções de votos. Lula aparece líder absoluto com 21,2%. Dilma aparece em terceiro lugar na pesquisa espontânea, com 4,8% das intenções de votos, seguida pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), com 3,1%, e pelo deputado Ciro Gomes (PSB), com 1% dos votos.

A senadora Marina Silva (PV), que deve se lançar candidata à Presidência da República, foi lembrada por apenas 0,9% dos eleitores na pesquisa espontânea --mesmo percentual atingido pela ex-senadora Heloísa Helena (PSOL).

Na pesquisa estimulada, Serra venceria Dilma com 39,5% dos votos, enquanto a petista recebeu 19%. Em terceiro lugar aparece Heloísa Helena, com 9,7% dos votos, seguida por Marina Silva, com 4,8%. A CNT Sensus não realizou cenário em que Serra, Dilma e Ciro disputam o primeiro turno.

Quando Dilma é substituída pelo deputado Antônio Palocci (PT), a vantagem de Serra é ainda maior: 42,2% para o tucano contra apenas 7% para o petista. Em segundo lugar aparece Heloísa Helena, com 10,8%, seguida por Marina, com 7,4%. No cenário em que Serra disputa com Ciro, Heloísa Helena e Marina, o tucano venceria com 40,5% dos votos, seguido pela ex-senadora do PSOL, com 10,7% dos votos, Ciro (8,7%) e Marina (7,1%).

Aécio

A pesquisa CNT/Sensus mostra que, se Serra for substituído por Aécio Neves na disputa, Dilma venceria o primeiro turno com 23,3% dos votos. O tucano recebeu 16,8% dos votos, seguido por Heloísa Helena, com 13,5% e Marina Silva, com 8,1%.

A pesquisa mostra que Aécio ficaria empatado tecnicamente com Heloísa Helena sem Dilma entrar na disputa, sendo substituída por Palocci. O governador de Minas Gerais teria, nesse cenário, 18% dos votos, assim como Heloísa Helena, seguidos por Marina Silva, com 9,8% e Palocci com apenas 8,5% dos votos.

Aécio também ficou empatado tecnicamente com Heloísa Helena se Dilma for substituída por Ciro Gomes. Nesse cenário, o tucano recebeu 17,6% dos votos, seguido por Heloísa Helena, com 16,1% e Ciro, com 12% dos votos. Marina Silva aparece com 9,3% das intenções de votos.

A CNT Sensus também montou cenários sem a participação de Heloísa Helena ou Ciro na disputa, apenas com Serra/Aécio, Dilma e Marina. Na disputa entre Serra, Marina e Dilma, o tucano venceria com 40,1% dos votos, seguido por Dilma, com 19,9% e Marina, com 9,5%.

Dilma, por sua vez, venceria na disputa com Aécio e Marina. A petista recebeu 25,6% dos votos, seguida por Aécio, com 19,5%, e Marina, com 11,2%.

A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro, em 136 municípios de 24 Estados. Foram ouvidas 2.000 pessoas, e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos.



Escrito por Sukarno Cruz às 01h27 PM
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Popularidade de Lula sendo ajustada


Popularidade de Lula cai para 76,8%

A avaliação positiva do governo federal e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registraram uma leve queda nos últimos três meses, segundo a pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira (8). No dia 1 de junho, Lula tinha 81,5% de aprovação. Nessa última rodada, a pesquisa mostra um índice de popularidade de 76,8%, uma queda de 4,7 pontos percentuais. Já a avaliação do governo, que em junho era de 69,8%, caiu para 65,4%. Segundo a CNT/Sensus, a atuação do presidente Lula diante da crise do Senado, o envolvimento da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, na crise da Receita Federal e a gripe suína foram os principais fatores da queda na avaliação do governo e de Lula.



Escrito por Sukarno Cruz às 01h22 PM
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